• novembro 25, 2025
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Com um em cada dez bebês nascendo antes das 37 semanas, o Brasil aparece entre os países com maior taxa de prematuridade, segundo dados do Ministério da Saúde. No Novembro Roxo, mês dedicado à conscientização global sobre o tema, o debate volta a ganhar força, especialmente sobre prevenção, assistência e o acompanhamento contínuo que garante não apenas a sobrevivência, mas a qualidade de vida desses crianças.

Quando um bebê pode ser considerado prematuro?

Um bebê é considerado prematuro quando nasce antes de completar 37 semanas de gestação. Quanto menor a idade gestacional e o peso ao nascer, maiores são os riscos de complicações, sequelas e a necessidade de suporte intensivo e de seguimento multidisciplinar.

O que causa um parto prematuro?

O parto prematuro pode estar ligado a condições maternas, gestacionais ou socioambientais. Entre os fatores de risco maternos estão hipertensão (pressão alta), diabetes gestacional, infecções urinárias ou vaginais, uso de tabaco, álcool ou outras drogas, além da idade extrema, abaixo de 17 ou acima de 35 anos, e altos níveis de estresse.

No grupo dos fatores gestacionais entram a gestação múltipla, malformações uterinas, descolamento de placenta e infecções intrauterinas. Já os fatores socioambientais envolvem falta de pré-natal adequado e baixa condição socioeconômica, um ponto sensível no contexto brasileiro.

Como fazer a prevenção?

A principal forma de prevenir a prematuridade continua sendo o pré-natal de qualidade. O diagnóstico e o tratamento precoce de condições de risco ajudam a reduzir complicações. Gestantes com histórico de parto prematuro devem ter acompanhamento especializado e, quando indicado, realizar procedimentos como a cerclagem do colo do útero.

*Sob supervisão de Daniel Costa