• dezembro 7, 2025
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Um estudo da Universidade Monash, na Austrália, mostrou que ouvir música na maior parte dos dias pode diminuir em até 39% o risco de desenvolver demência, incluindo o Alzheimer. Segundo a geriatra Simone de Paula Pessoa Lima, isso acontece porque a música ativa várias áreas do cérebro ao mesmo tempo, memória, atenção, emoção e linguagem, o que estimula a neuroplasticidade e fortalece a tal da reserva cognitiva, deixando o cérebro mais resistente às doenças neurodegenerativas.

Música melhora o humor

E não é só pra quem já passou dos 60, não. Em qualquer idade, ouvir música ajuda na liberação de neurotransmissores como dopamina e serotonina, o que melhora o humor e fortalece a conexão entre diferentes circuitos neurais.

Esse hábito ao longo da vida contribui para a manutenção da reserva cognitiva, aquela capacidade do cérebro de “dar um jeitinho” e usar caminhos alternativos quando algo começa a falhar.

Agora, a pergunta que não quer calar: existe um gênero melhor pro cérebro? A ciência ainda não bateu o martelo sobre isso, mas, segundo a médica, músicas com valor afetivo, aquelas que tocam na alma, costumam ter efeitos ainda mais positivos.
*Com informações de Radio Itatiaia

*Sob supervisão de Daniel Costa