Nos últimos dias, as críticas se concentraram na infraestrutura dos bairros Altamirando 2 e Maria Amélia 2, áreas entregues irregularmente sem estrutura adequada pela gestão anterior, comandada por José Carlos do Pátio. Tratam-se de problemas históricos, acumulados ao longo de anos, que não seriam resolvidos em apenas 12 meses de administração.
A mesma postura ocorreu em relação ao CEADAS. A vereadora classificou como “vergonha inadmissível” a formação de filas durante a madrugada, mas deixou de contextualizar que o fluxo de marcação de exames passa, prioritariamente, pelas unidades de saúde (PSFs) e que a tentativa de encaixe presencial é uma prática antiga, resultado de demanda reprimida construída ao longo de décadas.

















