Durante a sessão desta terça-feira na Câmara Municipal de Várzea Grande, o vereador Dr. Miguel comentou a manifestação do vereador Charles da Educação sobre a situação de uma mulher com problema oncológico e ampliou o debate para a necessidade de fortalecer a política pública voltada à saúde feminina no município.
Ao ser questionado sobre o tema, Dr. Miguel destacou a importância da discussão e reforçou a necessidade de sensibilidade por parte do poder público. “Muito oportuna a fala, porque a gente precisa ter um olhar, uma sensibilidade nessa questão, a saúde da mulher na Várzea Grande tem que ter, aumentar a sua cobertura, iniciamos aí no início da gestão Flávia Moretti, a fila zero para laqueadura, com a estereotomia, que engloba também a saúde da mulher, mas também temos que fazer prevenções, como é o mês de março, agora tem a prevenção do câncer de colo do útero, da endometriose, então a gente precisa aumentar alguns programas que ainda estão faltando aqui na saúde de Várzea Grande, para que essa mulher tenha uma maior cobertura.”
A declaração foi feita em resposta ao posicionamento de Charles da Educação, que abordou a necessidade de olhar para além do tratamento médico, considerando também o amparo oferecido às mulheres em situação de vulnerabilidade.
Dr. Miguel afirmou que há projetos em andamento para fortalecer esse atendimento. “Temos sim, inclusive no lançamento da Fila Zero, que foi lá na rede Segonha, num sábado, o meu pai, que é doutor Miguel, ginecologista obstetra, geriatra, trabalha mais de 35 anos aqui no município de Várzea Grande, ex-vereador, entregou na mão da prefeita Flávia um projeto da saúde da mulher, um ambulatório, então a gente vai pleitear, a gente vai estudar para que isso se torne realidade. Várzea Grande é a segunda maior cidade de Mato Grosso e merece esse ambulatório.”
O parlamentar reforçou que o município precisa avançar na ampliação de programas preventivos e na criação de uma estrutura específica para atender a demanda crescente na área da saúde da mulher. A proposta do ambulatório deverá ser analisada e debatida nos próximos meses, dentro das discussões sobre as prioridades da saúde pública municipal.



















































































































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