• fevereiro 25, 2026
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O Brasil registrou 88 casos confirmados de Mpox, segundo o Ministério da Saúde. A maior parte das ocorrências está em São Paulo, que concentra 62 notificações desde janeiro.

Casos por estado

  • São Paulo: 62

  • Rio de Janeiro: 15

  • Rondônia: 4

  • Minas Gerais: 3

  • Rio Grande do Sul: 2

  • Paraná: 1

  • Distrito Federal: 1

De acordo com o Ministério, os quadros predominantes são leves a moderados e não há registro de óbitos em 2026. Em 2025, o país contabilizou 1.079 casos e duas mortes.

O que é a Mpox

A doença é causada pelo vírus Monkeypox e se transmite principalmente por contato próximo com pessoa infectada. As formas de transmissão são contato direto com lesões na pele, contato com fluidos corporais, sangue ou mucosas, proximidade física (fala ou respiração próximas), relações sexuais ou beijo, compartilhamento de objetos contaminados (roupas, lençóis, toalhas).

Sintomas mais comuns

O principal sinal é erupção cutânea, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. Outros sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, apatia e gânglios inchados.

As lesões podem surgir no rosto, palmas das mãos, solas dos pés, virilha e regiões genital e anal. O período de incubação varia de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21.

Diagnóstico e tratamento

Ao notar sintomas, a orientação é procurar uma unidade de saúde para realizar exame laboratorial, única forma de confirmação. O diagnóstico deve descartar outras doenças com manifestações semelhantes, como:

  • Varicela

  • Herpes

  • Sífilis

  • Infecções bacterianas da pele

  • Reações alérgicas

Não há medicamento específico aprovado para Mpox. O tratamento é voltado ao alívio dos sintomas, prevenção de complicações e redução de sequelas.

Como se prevenir

  • Evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença

  • Usar luvas, máscara, avental e óculos de proteção, se necessário

  • Lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool em gel

  • Higienizar roupas, lençóis e superfícies possivelmente contaminadas

Na maioria dos casos, os sintomas desaparecem sozinhos em poucas semanas. No entanto, recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão têm maior risco de complicações graves.

*Sob supervisão de Gene Lannes