Com as festas de fim de ano, muita gente acaba passando do limite na bebida e o resultado costuma aparecer no dia seguinte, em forma de dor de cabeça, mal-estar e indisposição. A famosa ressaca é comum, mas nem sempre inofensiva.
Segundo o neurologista Ricardo Dornas, do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG), a dor de cabeça causada pelo álcool acontece por uma combinação de fatores. O consumo excessivo interfere no funcionamento do organismo, provoca desidratação e pode desencadear reações inflamatórias que resultam na dor.
O incômodo é passageiro
Na maioria dos casos, o incômodo é passageiro. No entanto, o especialista alerta que alguns sinais merecem atenção. Dores muito intensas, acompanhadas de vômitos persistentes, confusão mental, febre ou rigidez no corpo podem indicar algo mais sério e exigem avaliação médica imediata.
Além disso, pessoas que já sofrem de enxaqueca podem ter crises mais fortes e prolongadas após o consumo de álcool. Em situações de uso frequente e excessivo, também há risco de danos neurológicos ao longo do tempo.
Para evitar esse tipo de problema, a principal recomendação é simples: moderação. Manter-se bem hidratado, intercalar bebidas alcoólicas com água e respeitar os próprios limites ajudam, e muito, a evitar a temida dor de cabeça do dia seguinte. *Com informações de Rádio Itatiaia
*Sob supervisão de Daniel Costa



















































































































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